António Santos

É importante perceber que o Alojamento Local não é algo novo, pelo contrário, tem muitas décadas de existência.

A diferença é que se acompanharam as mudanças, as expectativas dos turistas, a busca de novas experiências e acima de tudo se passou a usar as tecnologias e meios de comunicação do séc. XXI, para se fazer algo que já na década de 50 do Séc XX se fazia na Nazaré ou Peniche por exemplo e em outras regiões do mundo.

2017 / 2018 são anos de grandes desafios para o AL. O aumento do turismo em geral, com tudo o que tem de bom e menos bom, como a pressão que os seres humanos causam no meio ambiente, fazem do Alojamento Local uma oferta de alojamento turístico mais sustentável, porque desconcentra, diversifica, o que dá também um aumento de responsabilidade pela grande exigência de qualidade e capacidade de promover a diversidade e manter tradições.

O AL não é o mesmo que um hotel tradicional e é fundamental oferecer aos milhões de turistas que o procuram, níveis altos de qualidade, segurança e fiabilidade, sendo uma responsabilidade dos gestores de Alojamento Local procurarem níveis de excelência no serviço que prestam ao turismo mundial. Isso faz-se com uma gestão ponderada, com formação mas também com a necessidade de os empreendedores do Alojamento Local terem o direito de exercer a sua profissão com os normais níveis de liberdade, de iguais oportunidades, como qualquer outro empresário numa economia de mercado.